Todas as cidades têm o seu aleph, isto é, um lugar secreto capaz de albergar todas as representações que fomos construindo sobre cada uma delas. Em Santiago, procuro-o ao entardecer nervoso, desde a Plaza de Armas, ocupada por pintores que reivindincam aquele espaço para expor o seu trabalho, jogadores de xadrez e damas, desempregados e passeantes fortuitos como eu. Sigo por [...]


